Paróquia São Francisco de Assis

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Mensagem do Pároco › 22/08/2019

Mensagem do Pároco – Junho

Caríssimos(as)

 

Neste mês que nos lembramos dos chamados “Santos Juninos”, somos convidados a olhar para o exemplo destes e buscar segui-los. Os santos são modelos de fé a todos nós, pois entre as vicissitudes da vida, nunca deixaram de seguir Jesus e praticar Seus ensinamentos. Isso porque tiveram uma grande experiência de fé com Cristo. Quando se tem uma experiência verdadeira com Jesus, não se abandona a fé ou volta-se atrás. Os que o fazem é porque, na verdade, não tiveram tal experiência. Blaise Pascal, filósofo, ensinava que “Deus não é para ser pensado, mas sentido”. Talvez muitos se afastem de Deus ou não se aproximem justamente por este motivo. Precisam dar um salto a mais, um salto na fé. Na comunidade, que é a Igreja, buscamos justamente o aprofundamento dessa experiência na oração, na Eucaristia e na prática da caridade. Em tempos de individualismo e egoísmo, a comunidade de fé deve ser nosso porto seguro, mesmo com as limitações de muitos de seus membros, afinal, não somos anjos, nem deuses… Às vezes me deparo com pessoas que se afastaram da comunidade de fé por motivos tão pequenos ou porque não aconteceu aquilo que queriam ou gostariam. A Igreja é santa por Jesus Cristo, mas pecadora porque fazemos parte dela. Quando há problemas, devemos rezar e procurar colaborar para resolver e não simplesmente abandonar a comunidade, o grupo ou a pastoral. Essa atitude não é de um cristão verdadeiro. Claro que é necessário viver os ensinamentos de Jesus da melhor forma possível, mas, muitas vezes, somos limitados e fracos. Nem todos acolhem e entendem a Palavra do Senhor da mesma forma ou conseguem praticar como deveriam, mas o Senhor dá constantemente “uma segunda chance”, desde que queiramos aprender e recomeçar. Isto é a misericórdia e assim devemos fazer com aqueles que erram, mas que desejam recomeçar. Com certeza fofocas, difamações e intrigas não devem fazer parte das nossas comunidades de fé e da nossa vida de cristãos. Quando nos deparamos com tais situações devemos “cortar o mal pela raiz” e afastar de nós e de nossa vida e família tais pragas. Ainda mais num mundo onde “está na moda” denegrir a imagem de quem quer que seja e por qualquer motivo que seja, nós, como cristãos católicos, devemos ser diferentes. A nossa força vem da Eucaristia, da oração e da vida em comunidade, que deve nos sustentar para sermos sinais do Cristo vivo no mundo. Que os santos sejam nossos modelos e intercessores para também chegarmos à glória dos céus e, nesta terra, sermos sinais do amor de Deus.

Despeço-me com minha bênção sacerdotal a você e sua família +.

Pe. Dr. Fernando Henrique Giuli Batista

Pároco

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